sexta-feira, 13 de abril de 2012



13 - Que a Paz estejam com todos!
Mais uma edição levando a informação a todos em nossa Comunidade e Paróquia.



Destaque de hoje:

1.      Leitura diária

2.    Santo do Dia

3.    CF 2012  - Oração

4.    Subsidio para Campanha da Fraternidade 2012 – Aprofundamentos para encontros

5.    Agenda da Semana

6.   Jornada Mundial dos Jovens 2013

7.   Dinâmicas para encontros – Pré catequese, Catequese, Catecumenato e Crisma

8.   Eventos Realizados

9.   Curiosidades em geral

10. Datas Comemorativas

11.    Contate-nos

""Os filhos não são para os pai: os pais é que são para os filhos."

01 - Liturgia Diária

Dia: 13/04/2012

Primeira Leitura: Atos dos Apóstolos 4, 1-12

OITAVA DA PÁSCOA

(branco, glória, prefácio da Páscoa I - ofício próprio)


Leitura dos Atos dos Apóstolos - Naqueles dias, 1E, enquanto êles falavam ao povo, sobrevieram os sacerdotes, e o magistrado do templo, e os saduceus, 2contrariados porque ensinavam ao povo e anunciavam, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos. 3Prenderam-nos e os meteram no cárcere até o outro dia, pois já era tarde. 4Muitos, porém, dos que tinham ouvido a pregação creram; e o número dos fiéis elevou-se a mais ou menos cinco mil. 5No dia seguinte reuniram-se em Jerusalém os chefes do povo, os anciãos, os escribas, 6com Anás, sumo sacerdote, Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem pontifical. 7Colocando-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em que nome fizestes isso? 8Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: Chefes do povo e anciãos, ouvi-me: 9se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado, 10ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que esse homem se acha são, em pé, diante de vós. 11Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular. 12Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos. - Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial(117)

REFRÃO: A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular.

1. Aleluia. Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque eterna é a sua misericórdia. Diga a casa de Israel: Eterna é sua misericórdia. - R.

2. E vós, que temeis o Senhor, repeti: Eterna é sua misericórdia. - R.

3. A pedra rejeitada pelos arquitetos tornou-se a pedra angular. Isto foi obra do Senhor, é um prodígio aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade. - R.

4. Senhor, dai-nos a salvação; dai-nos a prosperidade, ó Senhor! Bendito seja o que vem em nome do Senhor! Da casa do Senhor nós vos bendizemos. O Senhor é nosso Deus, ele fez brilhar sobre nós a sua luz. Organizai uma festa com profusão de coroas. E cheguem até os ângulos do altar. - R.

Evangelho: João 21, 1-14

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João - Naquele tempo, 1Depois disso, tornou Jesus a manifestar-se aos seus discípulos junto ao lago de Tiberíades. Manifestou-se deste modo: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé (chamado Dídimo), Natanael (que era de Caná da Galiléia), os filhos de Zebedeu e outros dois dos seus discípulos. 3Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe eles: Também nós vamos contigo. Partiram e entraram na barca. Naquela noite, porém, nada apanharam. 4Chegada a manhã, Jesus estava na praia. Todavia, os discípulos não o reconheceram. 5Perguntou-lhes Jesus: Amigos, não tendes acaso alguma coisa para comer? Não, responderam-lhe. 6Disse-lhes ele: Lançai a rede ao lado direito da barca e achareis. Lançaram-na, e já não podiam arrastá-la por causa da grande quantidade de peixes. 7Então aquele discípulo, que Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor! Quando Simão Pedro ouviu dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se às águas. 8Os outros discípulos vieram na barca, arrastando a rede dos peixes (pois não estavam longe da terra, senão cerca de duzentos côvados). 9Ao saltarem em terra, viram umas brasas preparadas e um peixe em cima delas, e pão. 10Disse-lhes Jesus: Trazei aqui alguns dos peixes que agora apanhastes. 11Subiu Simão Pedro e puxou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três peixes grandes. Apesar de serem tantos, a rede não se rompeu. 12Disse-lhes Jesus: Vinde, comei. Nenhum dos discípulos ousou perguntar-lhe: Quem és tu?, pois bem sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e lhos deu, e do mesmo modo o peixe. 14Era esta já a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado. - Palavra da salvação.

Reflexão - Jo 21, 1-14

Diante das dificuldades, muitas vezes temos a tendência de enfraquecer, de voltar à vida de antes, parece que perdemos o rumo e a motivação. Pedro e os demais discípulos desanimaram e quiseram voltar à vida de pescadores de peixes, como muitas vezes queremos voltar à vida da imaturidade na fé. Jesus realiza mais uma vez o milagre da pesca milagrosa, para que os apóstolos se recordem que não são pescadores de peixes. Assim também, ele atua em nossas vidas, para que o Mistério Pascal não seja apenas celebração, mas processo de maturação, a fim de que possamos crescer cada vez mais na fé, e um dia atingir a estatura de Cristo.



02 – Santo do Dia



13/04
 
Santa Ida
Ida nasceu em 1040, descendente do grande conquistador francês Carlos Magno, filha de Godofredo, duque de Lorraine, e de Doda, também oriunda da nobreza católica reinante. Assim sendo, recebeu educação cristã, mas também teve de cumprir obrigações sociais da corte, e só por esse motivo não seguiu a vida inteiramente dedicada à Deus, vestindo o hábito de religiosa.

Por vontade dos pais, teve de casar-se aos dezessete anos com Eustáquio II, conde de Bolonha, também católico praticante. Juntos, tiveram muitos filhos: Eustáquio III, herdeiro do condado de Bolonha; Godofredo de Bulhão, que conquistou e foi rei de Jerusalém; e Balduíno, que sucedeu o irmão no trono da Terra Santa. Tiveram também filhas, uma das quais tornou-se imperatriz ao casar-se com o imperador Henrique IV.

Entretanto, além da formação nas atividades políticas e sociais, Ida e seu marido educaram todos os filhos dentro dos rigorosos preceitos cristãos. O que surtiu um bom efeito, pois, tornaram-se bons exemplos, promoveram dezenas de obras de caridade, à altura das posses que tinham, socorrendo doentes, pobres abandonados, estrangeiros, viúvas e órfãos.

O grande passatempo de Ida era fazer, com as próprias mãos, as toalhas e enfeites dos altares e ornamentos sacros para os sacerdotes. Enquanto Eustáquio era vivo, o casal restaurou quase todas as igrejas de seus estados e domínios, inclusive o célebre santuário de Nossa Senhora de Bolonha. Seu diretor espiritual era o sacerdote Alberto, naquela época chamado, ainda, de monge de Bec, região da Normandia, porque, mais tarde, também foi elevado aos altares da Igreja.

Ao se tornar viúva, Ida diminuiu sua participação nas atividades sociais, porém na vida da Igreja só fez aumentá-la. Ela vendeu parte de seus bens e fundou vários mosteiros com o dinheiro arrecadado, como o de Santo Wulner de Bolonha; o de Wast, a duas milhas da cidade; o de Nossa Senhora da Capela, perto de Calais; e o mosteiro de Samer, que se encontrava praticamente destruído e arruinado, mas foi totalmente recuperado, voltando à franca atividade nas mãos dos beneditinos.

Há relatos de muitas graças realizadas por ela ainda em vida. Sentindo aproximar-se o fim, santa Ida previu a data exata de sua morte: 13 de abril de 1113. Os milagres e graças por intercessão de seu nome continuaram a acontecer com as crescentes romarias ao seu túmulo. Seu culto foi autorizado para o dia do seu trânsito, em 1808, quando suas relíquias foram transferidas da catedral de Arras para a de Bayeux.


São Martinho I
O papa Martinho I sabia que as conseqüências das atitudes que tomou contra o imperador Constante II, no século VII, não seriam nada boas. Nessa época, os detentores do poder achavam que podiam interferir na Igreja, como se sua doutrina devesse submissão ao Estado. Martinho defendeu os dogmas cristãos, por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas.

Martinho nasceu em Todi, na Toscana, e era padre em Roma quando morreu o papa Teodoro, em 649. Eleito para sucedê-lo, Martinho I passou a dirigir a Igreja com a mão forte da disciplina que o período exigia. Para deixar isso bem claro ao chefe do poder secular de então, assumiu mesmo antes de ter sua eleição referendada pelo imperador.

Um ano antes, Constante II tinha publicado o documento "Tipo", que apoiava as teses hereges do cisma dos monotelistas, os quais negavam a condição humana de Cristo, o que se opõe às principais raízes do cristianismo. Para reafirmar essa posição, o papa convocou, ainda, um grande Concílio, um dos maiores da história da Igreja, na basílica de São João de Latrão, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente. Ali foram condenadas, definitivamente, todas as teses monotelistas, o que provocou a ira mortal do imperador Constante II.

Ele ordenou a seu representante em Ravena, Olímpio, que prendesse o papa Marinho I. Querendo agradar ao poderoso imperador, Olímpio resolveu ir além das ordens: planejou matar Martinho. Armou um plano com seu escudeiro, que entrou no local de uma missa em que o próprio papa daria a santa comunhão aos fiéis. Na hora de receber a hóstia, o assassino sacou de seu punhal, mas ficou cego no mesmo instante e fugiu apavorado. Impressionado, Olímpio aliou-se a Martinho e projetou uma luta armada contra Constantinopla. Mas o papa perdeu sua defesa militar porque Olímpio morreu em seguida, vitimado pela peste que se alastrava naquela época.

Com o caminho livre, o imperador Constante II ordenou a prisão do papa Martinho I pedindo a sua transferência para que o julgamento se desse em Bósforo, estreito que separa a Europa da Ásia, próximo a Istambul, na Turquia. A viagem tornou-se um verdadeiro suplício, que durou quinze meses e acabou com a saúde do papa. Mesmo assim, ao chegar à cidade, ficou exposto, desnudo, sobre um leito no meio da rua, para ser execrado pela população. Depois, foi mantido incomunicável num fétido e podre calabouço, sem as mínimas condições de higiene e alimentação.

Ao fim do julgamento, o papa Martinho I foi condenado ao exílio na Criméia, sul da Rússia, e levado para lá em março de 655, em outra angustiante e sofrida viagem que durou dois meses. Ele acabou morrendo de fome quatro meses depois, em 16 de setembro daquele ano. Foi o último papa a ser martirizado e sua comemoração foi determinada pelo novo calendário litúrgico da Igreja para o dia 13 de abril.


São Vítor de Braga
Hoje comemoramos São Vítor de Braga, que nasceu em Paços perto de Braga. A vida desse santo foi escrita pelo arcebispo de Braga, Dom Rodrigo da Cunha, que afirma que um dia o santo encontrou com um grupo de idólatras que celebrava a "Ambaruelia" ou "Suilia", a grande festa em honra à deusa Ceres. Consiste esta festa em dar várias voltas pelos campos e sacrificar em determinados lugares porcos em honra da deusa. São Vítor recusou-se a tomar parte na festa. Tampouco deixou-se enfeitar com coroas de flores. Foi denunciado ao governador Sérgio, preso, confessou perante o tribunal que era cristão.

Foi amarrado ao tronco de uma árvore e açoitado cruelmente. Depois seu corpo foi queimado com lâminas ardentes até que suas entranhas fossem vazadas.

Sofreu martírio por volta do ano 306.



03 - Campanha da Fraternidade 2012



Saúde Publica



Lema: Que a saúde se difunda sobre a terra




04 - APROFUNDAMENTO PARA O CATEQUISTA



Como as famílias podem colaborar para a saúde se difundir

A família ocupa o lugar primário na humanização da pessoa e da sociedade. Por isso é chamada a ser uma comunidade de saúde, a educar para viver bem, a promover o bem estar de seus membros e do ambiente que a cerca. É importante recuperar a família como colaboradora essencial no cuidado e no acompanhamento de seus membros. Vários dos condicionantes edeterminantes da saúde dependem da adesão das famílias e da educação prática das crianças.

Seguem algumas propostas de ação concreta para esta esfera:

a) Incentivar o cuidado pleno aos extremos da vida (criança e idosos), buscando atendimento digno, humano e com qualidade nos serviços de saúde, nos três níveis de governo;

b) Garantir que a prevenção avance para além da informação. É necessário visar não só ao bem estar individual, mas também ao familiar e ao de todos, através de ações educativas abrangentes;

c) Buscar a sensibilização e a mobilização de familiares e amigos quanto à ações básicas de prevenção e promoção da saúde,como manter o cartão de vacinas atualizado;

d) Estimular a doção e a manutenção de padrões e estilos de vida saudáveis e a abolição de hábitos inadequados de vida. Até reeducação alimentar e incentivo à atividade física regular;

e) Estimular o uso dos serviços de saúde, de forma consciente, organizada e cuidadosa, visando à otimização de recursos públicos;

f) Estimular a disseminação do conceito de que a prevenção ao uso de drogas é de  responsabilidade de todos, ou seja, pais, professores, empresários, líderes comunitários, sindicatos, igrejas e autoridades.

g) Incentivar e difundir programas de coleta seletiva e de reciclagem, no suporte a projetos de pesquisa na área ambiental e no estímulo de práticas sustentáveis, divulgadas em empresas, escolas e comunidades.

Fonte: Texto Base da Campanha da Fraternidade 2012, CNBB, Brasília – DF.



05 - Agenda da Semana



Missa dia 15 – Domingo - ás 19:00



06 – Jornada Mundial dos Jovens 2013




Ter, 10 de Abril de 2012 15:01 por: cnbb



A diocese de Balsas, localizada no Sul do estado Maranhão, vem seguindo animada a espera dos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora, que chegará amanhã, dia 11, na diocese. Balsas é composta por 17 municípios e 18 paróquias. Sua extensão territorial é de 66.025,35 km2. Segundo a Pastoral da Juventude da diocese, atualmente são 40 grupos de Jovens organizados, com aproximadamente 1.400 jovens atuando diretamente nas comunidades de base da diocese.

A juventude da diocese está se organizando desde o fim da última JMJ, realizada em Madri, Espanha, em 2011. "A cruz é símbolo maior dessa jornada, e o papa a entregou a juventude brasileira que estava em Madri. Hoje, ela percorre toda e extensão do território brasileiro. Vai ao encontro da juventude espalhadas nos quatro cantos do deste imenso país”, disse o bispo de Balsas, dom Enemésio Lazzaris.

Dom Enemésio disse ainda que a diocese de Balsas está preparada para receber os Símbolos. “É preciso que apostemos mais em nossa juventude”, completou.

Segue a programação:

Dia 13

Entrega da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora para diocese de Carolina.

 07 – Dinâmicas para encontro

33. Conhecendo o grupo
Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos

Material: Lápis e papel para os integrantes.

Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.

Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:

* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;

* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;

* Outros.

08 – Datas Comemorativas e Almanaque

O DIA

O Dia é: 13
O Mês: Abril
O Ano é: 2012 para os cristãos; 5774 para os judeus e 1434 para os muçulmanos.

Outono Brasileiro.

Dia do Beijo




Apaixonado, afetuoso, entre namorados, entre amigos, de mãe para filho, de bom dia, de despedida. Molhado, de língua, selinho, roubado. É bom de qualquer jeito. Não se sabe quem foi o responsável pela instituição da data, mas todo mundo deve comemorar.

Principal expressão de carinho, o beijo ativa a liberação de endorfina no cérebro, substância ligada às sensações de prazer, e pode combater até depressão.

Um beijo (do latim basium) é o toque dos lábios com qualquer coisa, normalmente uma pessoa. Na cultura ocidental é considerado um gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual.
Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa bênção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.

Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do Papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.

Que a história é interessante, isso é, mas melhor que ler é ir e beijar a pessoa amada, seja namorado ou marido, também beije seus filhos e netos, também os amigos… Seja beijo de amor, carinho ou de amizade, mas beije, faz bem a saúde. E o mais importante, não só no dia 13 de Abril, mas todos os dias.




Aniversário de Fortaleza: 282 anos!



13 de abril: Dia do Hino nacional do Brasil, Dia Mundial do Beijo


Nasceram neste dia…


Morreram neste dia…


Você sabia…..




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09 - Contate-nos

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